O mercado dá sempre sinais contraditórios. A arte está em perceber quais destes sinais representam mesmo tendências que se vão materializar numa mudança futura. Isso não é um exercício nada simples.
Olá, Diogo! A questão que colocas sobre a flexibilidade é pertinente. Sugiro que vejas a abordagem que fiz sobre a diferença entre a flexibilidade e a maleabilidade no texto "9. Adaptação à mudança para evitar o abismo!". Faço aí a comparação entre a maleabilidade da argila, que depois de seca, perde a maleabilidade e torna a mudança irreversível, e o bambu, que é extremamente flexível, mas deixando da actuar a ação exterior, volta à sua posição de partida. Defendo aí que: "A sabedoria reside em reconhecer o momento de adotar a maleabilidade, aceitando transformações fundamentais, e o momento de exercer a flexibilidade, adaptando-se temporariamente sem perder a sua essência ou a direção estratégica. Encontrar o equilíbrio entre estas duas qualidades pode ser o fator diferenciador, que permite a uma empresa não apenas sobreviver, mas prosperar."
É um assunto muito interessante — sem mencionar a excelente analogia.
Tenho algumas reservas quanto ao uso deste conceito de flexibilidade.
A facilidade com que dizemos: “Temos de ser um negócio mais flexível”.
Leva-nos a saltar e mudar de tática/plano ou mesmo estratégia, com frequência.
Rapidamente acabamos por nos sentir insatisfeitos e alteramos o nosso rumo.
Não deixamos o tempo atuar e os resultados surgirem para a nossa decisão ser mais acertada.
Obrigado pela partilha!
Olá, Diogo! A questão que colocas sobre a flexibilidade é pertinente. Sugiro que vejas a abordagem que fiz sobre a diferença entre a flexibilidade e a maleabilidade no texto "9. Adaptação à mudança para evitar o abismo!". Faço aí a comparação entre a maleabilidade da argila, que depois de seca, perde a maleabilidade e torna a mudança irreversível, e o bambu, que é extremamente flexível, mas deixando da actuar a ação exterior, volta à sua posição de partida. Defendo aí que: "A sabedoria reside em reconhecer o momento de adotar a maleabilidade, aceitando transformações fundamentais, e o momento de exercer a flexibilidade, adaptando-se temporariamente sem perder a sua essência ou a direção estratégica. Encontrar o equilíbrio entre estas duas qualidades pode ser o fator diferenciador, que permite a uma empresa não apenas sobreviver, mas prosperar."
Isso mesmo!
Acredito que como tudo na vida, é uma questão de termos a perícia em saber equilibrar a balança.
Vou ler o texto 9.
Aproveito para partilhar uma publicação sobre esse mesmo tema.
https://www.linkedin.com/posts/diogopestanavareta_5dimensoesestrategicas-business-strategy-activity-7199665438518108161-SEYR?utm_source=share&utm_medium=member_desktop
Muito interessante a abordagem biomimética aplicada ao empreendedorismo partindo da história natural da baleia.